FELIZ 2014

FELIZ 2014
Que os dias do Ano de 2014 sejam uma sequência de proveitosas realizações e repletos de paz e felicidades!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Bastidores: Marin começa a impor seu estilo na CBF.


Presidente da CBF José Maria Marin, mostrou nesta segunda (9), seu estilo a frente da entidade.
O presidente da CBF, José Maria Marin, fez questão de mostrar nesta segunda-feira o seu estilo. Quatro semanas depois de assumir o cargo de Ricardo Teixeira, o paulista de 79 anos adotou uma atitude oposta à do seu antecessor no comando da entidade.

Depois de agradar dirigentes de federações e de clubes numa série de encontros na sede da CBF, Marin falou por mais de uma hora com os jornalistas, gargalhou e não fugiu de nenhuma indagação.

O novo presidente da CBF acariciou dirigentes de federações e de clubes, fato raro na era Teixeira, mexeu no comando da arbitragem nacional e anunciou até a mudança do prédio da entidade.

Tudo isso com Marco Polo Del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol, e Marcelo Campos Pinto, principal executivo da Globo Esportes, na plateia.

Logo na abertura da entrevista, ele apresentou a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, e o presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim Peixoto, como chefes da delegação brasileira nos Jogos de Londres.

Patrícia comandará a delegação feminina. Já Peixoto fará o mesmo papel com o time de Mano Menezes.

Marin também anunciou a reformulação da comissão de arbitragem, que contará com um ouvidor e um corregedor. O ex-árbitro José Roberto Wright foi convidado ontem para ocupar uma das funções.

A má qualidade da arbitragem era uma das principais críticas dos grandes clubes no final da era Teixeira.

Além da reformulação na estrutura da comissão, Marin anunciou que todos os juízes vão atuar no Brasileiro com rádios comunicadores. Ele pretende também escalar auxiliares atrás dos gols.

Antes da entrevista, Marin recebeu presidentes de 12 clubes fora do eixo Rio-São Paulo e voltou a distribuir afagos.

Ele disse que todos terão trânsito livre a seu gabinete, anunciou reforma na sua sala para comportar os cartolas e prometeu estudar a criação de uma assessoria especial para representá-los com a diretoria da entidade.

O dirigente anunciou também a mudança de sede da CBF. A partir do segundo semestre, o COL (Comitê Organizador Local) da Copa-14 vai para o Riocentro, o maior centro de convenções da cidade. Logo em seguida, a CBF dividirá o espaço com o COL.

Marin fez questão ainda de se desgarrar da imagem de Teixeira, que o deixou em seu lugar. "Nunca mais nos falamos. Não dei nem boa Páscoa para ele", declarou.

O cartola ficou em cima do muro quando questionado sobre a permanência de Mano Menezes em caso de fracasso em Londres-12. "O futuro a Deus pertence."

Marin disse que a Fifa vai visitar Recife e Salvador até o final de abril e que as cidades devem ser incluídas na Copa das Confederações-2013.

CARTOLA COMETE GAFE COM PATRÍCIA AMORIM
José Maria Marin cometeu gafe com Patrícia Amorim, que deve chefiar a seleção feminina na Olimpíada. "Conversando com nosso representante lá fora [em Londres], ele disse que tínhamos de nos preocupar com a cozinha, porque a comida lá é ruim. Vamos ter cozinheiro, para garantir. Você [Patrícia] não vai cozinhar lá não, tá?"

Constrangida, a presidente do Flamengo disse que não cozinhava. Ela afirmou que sua ida a Londres depende do desempenho do Flamengo.


Fonte: Folha Online.

Campeonato Amazonense: Aderbal Lana é o novo técnico do Nacional.


Festa nas arquibancadas ainda é encantadora, mais por diversas ocasiões o que era para ser um festejo transformou-se em um cortejo fúnebre.
Técnico Aderbal Lana
Foto:João Paulo Oliveira
Pode confirmar o técnico Aderbal Lana assume o cargo de treinador do Nacional. O comandante que já ganhou vários títulos por onde passou fecha contrato com o clube para o restante do estadual e uma possível participação no Campeonato Brasileiro Série D.

O presidente Mitoso aposta na experiência do profissional que é Aderbal, após levar o Princesa até as finais da Taça Amazonas (mesmo turno), acredita-se cada vez mais que o convite, será devido a honra pelo espírito vencedor que possui o pé quente Lana, conciliando com o forte grupo que possui o Naça. "Temos um excelente time, a disputa já está na reta final, precisamos de treinador com experiência, conhecedor do futebol local e que nos faça chegar ao titulo do estadual" concluiu o dirigente nacionalino.

O experiente professor das quatro linhas assume o Leão da Vila com poucas chances de chegar as finais do returno, caso leve à conquista da Taça Manaus, ganha direto o estadual sem necessidade de decisão. Entretanto, uma das atitudes dirigidas pela diretoria é apostar em um treinador competente como Aderbal, que começa as atividades hoje (10) à tarde no CT do Naça, após ser apresentado ao elenco e ceder entrevista para imprensa local, já segue os trabalhos visando os manacapuruenses.

O próximo jogo após ser remarcado duas vezes, faz com que o Nacional volte a campo na próxima quarta-feira (11), diante o lanterna Operário. Em jogo marcado para as 15h30m no estádio Ismael Benigno (SESI), localizado na Zona Oeste da capital manauara.  Partida válida pela 7ª rodada da Taça cidade de Manaus (mesmo 2° turno do Campeonato Amazonense 2012)


Fonte: Assessoria.

Bastidores: Torcidas organizadas extrapolam limites.


Festa nas arquibancadas ainda é encantadora, mais por diversas ocasiões o que era para ser um festejo transformou-se em um cortejo fúnebre.
A festa nas arquibancadas ainda é encantadora. O grito ecoado nos estádios é inconfundível. Balões, confetes, serpentinas, cantos ensaiados em coro, fogos de artifício e às vezes até mosaicos deixam o espetáculo mais bonito, mais colorido. Tudo isso define o significado do futebol para os milhões de brasileiros apaixonados por esse esporte. Teoricamente, as “torcidas organizadas” são grupos formados por torcedores que vão aos estádios uniformizados com camisas padronizadas com marca própria, além de faixas, bandeiras e instrumentos de bateria. Porém, na prática, nem todas são assim, e por diversas ocasiões o que era para ser um festejo transformou-se em um cortejo fúnebre.

Algumas fazem jus ao nome, são realmente organizadas, incentivam as suas equipes durante o jogo inteiro, sem parar, empurram o time do coração para cima do adversário, têm competência até para ajudar a reverter uma derrota que já parecia consumada. No entanto, outras torcidas não existem apenas com a finalidade óbvia de torcer, elas vão aos estádios também com a intenção de bagunçar, causar transtorno, estragar o espetáculo, tirar o foco da partida para a pancadaria generalizada nas arquibancadas com as facções rivais. São capazes até de matar por causa de provocações e/ou gozações em uma simples partida futebolística.

No Brasil, os grupos surgiram no século passado, em 1939, com a Torcida Uniformizada do São Paulo, do Tricolor Paulista. Com o passar dos anos, o aparecimento de novos clubes e a popularização do futebol, o número de torcidas organizadas no país cresceu. Atualmente, existe aproximadamente 1.500 Brasil afora. Desde as maiores do território nacional, como, por exemplo, Flamengo e Corinthians, aos clubes de menor expressão, elas estão espalhadas pelas cinco regiões do país. Sejam identificadas por uma faixa, ou infiltradas e disfarçadas, no meio dos verdadeiros torcedores, para driblar as determinações da Justiça.

O nome mudou, mas a atitude...
Os integrantes de torcidas “organizadas” de Paysandu e Sport Recife (PE) mostraram, na quarta-feira (4) da semana passada, em Belém, o motivo o qual a Justiça do Brasil pretende acabar com essas facções em todo o país. Durante o jogo de ida entre paraenses e pernambucanos pela segunda fase da Copa do Brasil, alguns baderneiros travestidos de torcedores das duas equipes provocaram um verdadeiro caos no Mangueirão. Quebraram cadeiras, atiraram paus e pedras uns nos outros, causaram pânico e, em aproximadamente vinte minutos de muita confusão, acabaram com o sossego de quem foi ao estádio para assistir ao duelo das quatro linhas.

O confronto aconteceu devido às parcerias antigas das torcidas paraenses com a de times de outros estados, embora os principais grupos de Clube do Remo e Paysandu tenham sido extintos, pelo menos oficialmente, há quase cinco anos. A antiga Terror Bicolor virou Torcida Bicolor, enquanto a ex-Remoçada mudou para Remista. Os nomes são outros, porém os membros continuam os mesmos.

A união das torcidas paraenses com a de outros clubes do Brasil aumenta a rivalidade. Daí a explicação para a pancadaria da semana passada, algo que também deve se repetir amanhã, quando Remo e Bahia se enfrentam no Mangueirão, às 21h50, uma vez que a Torcida Bicolor é unida com a Bamor, do Bahia, enquanto a Remista tem parceria com Os Imbatíveis, do Vitória.

Extintas só no papel
As facções Grêmio Recreativo e Social Torcida Uniformizada Terror Bicolor e Associação Desportiva Independente Torcida Organizada Remoçada deveriam ter desaparecido dos estádios em 2007, quando o juiz Marco Antônio Lobo Castelo Branco, em exercício na 1ª Vara da Fazenda da Comarca de Belém, determinou, em sentença, a extinção de ambas, devido a uma pancadaria num ginásio que resultou na morte de um vigilante.

Na teoria, elas estão proibidas de frequentar as praças esportivas paraenses. No entanto, na prática, a amortização das organizadas impede apenas que qualquer pessoa vá aos estádios do Pará com qualquer tipo de material alusivo a alguma das torcidas. Ou seja, as pessoas continuam as mesmas, porém disfarçadas.

Atualmente chamadas de Remista e Torcida Bicolor, ambas promovem campanhas de solidariedade, como, por exemplo, arrecadação de alimentos, doação de sangue, além de outras atividades em prol da sociedade. Porém, o problema acontece quando uma está diante da outra.

Antes do episódio da quarta-feira passada, as duas torcidas já haviam se enfrentado em 2011, antes da partida entre Paysandu e América (RN), na Curuzu, quando “torcedores” da equipe potiguar se uniram aos remistas e entraram em conflito com os bicolores do lado de fora do estádio alviceleste.

“Ainda sou contra muita coisa que acontece lá dentro, mas no geral eu acho que já diminuiu bastante essa questão da violência. Os confrontos também ocorrem porque uns são de gangues de um bairro, alguns de outro, e por aí vai”, revela um torcedor bicolor que prefere não se identificar.

Remista, o vendedor Afonso de Almeida não é a favor do fim das torcidas, porém cobra mais organização. “A própria torcida deveria tomar uma atitude com os que cometem erros. Por um pagam todos, por isso querem acabar com as torcidas”, diz.

O tenente-coronel Hilton Benigno de Souza, subcomandante do Centro de Policiamento da Capital (CPC), conta que a Polícia Militar sempre se reúne com os membros de torcidas organizadas antes dos jogos de maior relevância, porém o problema não é resolvido. “Deveria começar pela modernização da Justiça, com a criação de instâncias destinadas a tratar exclusivamente da violência nos estádios, seguida de punições mais rígidas e melhor aplicação, de fato, do Estatuto do Torcedor. Além disso, as diretorias de Clube do Remo e Paysandu precisam acabar com os ingressos gratuitos para as suas torcidas organizadas, porque isso facilita a violência”, crítica.


Fonte: Diário do Pará, com informações Rádio Clube.

Derrota para o Águia não desanimou o Paysandu.

Leandrinho e Bartola devem voltar ao Papão em Recife pela Copa do Brasil.
O clima na Curuzu é de otimismo para o confronto com o Sport (PE) amanhã, às 22h, em Recife, pela Copa do Brasil. Para a partida, o técnico Lecheva conta com o retorno do meia Leandrinho e do atacante Bartola, que cumpriram suspensão no jogo passado por terem sido expulsos ainda pela primeira rodada da competição contra o Espigão (RO), em Rondônia.

E no último coletivo antes do jogo, Lecheva realizou duas mudanças na equipe que entrou em campo na quarta-feira passada. O zagueiro Pablo entrou no lugar do lateral Bray e o meia Kariri saiu dos titulares e deu lugar para Leandrinho.

Aparentemente, com a entrada de mais um zagueiro na equipe, o Papão poderá entrar no jogo de amanhã com a mentalidade defensiva, porém, Lecheva nega essa possibilidade, principalmente por saber que a equipe pernambucana tentará descontar o placar obtido em Belém logo no início da partida.

“Empatar com o Sport é uma das tarefas mais difíceis, mas o grupo está bastante confiante. Está em um bom momento e vamos lá para essa batalha e trazer essa classificação”, completou.

A derrota no final de semana, segundo o treinador, não afetará o comportamento do time para o jogo contra o Leão de Pernambuco, pois agora é uma competição completamente diferente. “Mesmo se tivéssemos ganhado lá, também teríamos que esquecer. Futebol é momento, é dia a dia e a cada jogo é uma condição diferente, um desafio diferente, então o nosso desafio é de enfrentar o Sport”, frisou. “Mas nós temos que jogar com inteligência e, lógico, que não podemos abrir mão do regulamento da competição”, concluiu.

Remo concentra em Castanhal para pegar o Bahia


Em semana decisiva para o Remo, plantel se refugia na cidade Modelo.
A manhã foi de descanso, mas a tarde foi movimentada. Assim foi a segunda-feira do Clube do Remo, no início de uma semana decisiva para o Leão na temporada 2012.

Depois de empatar em 1 a 1 com o São Francisco no jogo de ida das semifinais do segundo turno do Campeonato Paraense, o grupo azulino retornou à capital paraense ontem de manhã, repousou e depois seguiu viagem para Castanhal, onde ficará em preparação para as partidas contra o Bahia (BA), amanhã, pela Copa do Brasil, e o duelo de volta com o São Francisco, no próximo domingo (15).

Como sempre acontece nos dias posteriores às partidas, o técnico Flávio Lopes comandou apenas um trabalho leve, em dois toques, em um campo do município. O gramado, aliás, foi elogiado pelo treinador. “A estrutura daqui é muito boa. Essa preparação será benéfica, porque vamos descansar, trabalhar e conversar bastante nesse período que é muito importante para todos do grupo devido aos objetivos do clube”, explica.

Invicto há dez jogos no comando remista, Flávio Lopes aposta na preparação mais focada dos remistas como uma arma a mais para o confronto diante dos baianos. “Se tivéssemos ficado em Belém o desgaste seria bem maior. Os jogadores não iam se alimentar direito, poderiam dormir mal, até por causa da ansiedade que essa maratona de jogos importantes causa. Então, eu tenho certeza que a vinda para cá só vai nos trazer bons resultados”, acredita.


Fonte: Rádio Clube do Pará

São Francisco e as chances de chegar à final


Miguel Pinto comenta:

Miguel Pinto
Dizer que o São Francisco não ganha o campeonato, pode ser repetir o mesmo erro de quem dizia que com jogadores daqui, o time não chegaria aonde chegou. A troca de treinador é que desequilibrou seu desempenho. No 1º turno o time conseguiu três vitórias, três empates e uma derrota. Já no 2º turno, conseguiu duas vitorias um empate e quatro derrotas.

No último jogo o São Francisco esteve melhor que o Remo, mas o Remo marcou primeiro. Isso por experiência do time, ou seja, estratégia, pois o atleta que fez o gol surgiu de trás, num momento inesperado. O empate saiu de jogadas repetitivas, não de estratégia de jogo.

O Remo entregou o jogo depois dos dez minutos iniciais até o final do primeiro tempo. O Aldivan, o Juan Sousa, o Magno, Fábio Oliveira, estiveram ruins nesse espaço de tempo. Com mais estratégia, determinação e competência, o São Francisco abriria o placar nesse momento e complicaria o desempenho do Remo no jogo.

Naquele instante o 4-4-2 do Leão Santareno deveria ser usado com os dois laterais se alternando na subida quando de posse da bola; um volante mais centralizado e o outro fazendo a cobertura do lateral que subisse; e os dois meias participando mais da marcação quando do contra ataque ou saída de bola do adversário.

Para melhorar a atuação da equipe deve-se reduzir o espaço de marcação; aparecer nos espaços para receber passes; usar menos toques de bola; em vez de cobrar escanteios pelo alto, cobrar por baixo com jogadas ensaiadas buscando fazer a bola chegar aos pés dos jogadores mais baixos, pois os mais altos além de poucos não são bons cabeceadores e aperfeiçoar as finalizações.

Treinar o Elielton para jogar junto com o Ricardinho, pois são dois jogadores, que muito embora pequenos, são rápidos, agressivos e se movimentam bem.

Miguel Pinto é Radialista, comentarista da Rádio Rural de Santarém e Clube do Pará. 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Campeonato Paraense: São Francisco consegue empate no final contra o Remo.


Empate no Colosso no encontro dos Leões mantém vantagem do Remo e esperança de final inédita do São Francisco.
Deu empate no encontro dos Leões pela primeira partida da semifinal do 2º- turno do Campeonato Paraense neste domingo (8) à noite no estádio Colosso do Tapajós em Santarém. Os gols saíram no segundo tempo. O Leão da capital saiu na frente com o zagueiro Edinho aos 26 minutos e o Leão Tapajônico empatou nos acréscimo aos 46 minutos através do atacante Rodrigão.

Com o resultado a decisão nesta semifinal a vantagem do Remo continua. O Leão da capital joga por novo empate ou vitória e ao Leão do Tapajós somente a vitória interessa para o time santareno conquistar uma possível classificação de final de turno. As duas equipes voltam a se enfrentar no próximo domingo, às 16h no Baenão. Antes O Remo terá o Bahia nesta quarta-feira (11), pela Copa do Brasil.

Ficha Técnica
São Francisco 1 x 1 Remo, 18h30.
Data: 08/04/2012 - domingo
Local: Estádio Colosso do Tapajós/Santarém
A: Dewson Fernando Freitas da Silva
A1: Heronildo Sebastião Freitas da Silva
A2: Lúcio Ipojucan Ribeiro da Silva Mattos
4ºA: Wasley do Couto*
5ºA. A.: Manuel Jucimar dos Anjos Picanço
Ass. Árb: Olivaldo da Silva Moraes
Cartões amarelos;
Diego Barros e Aldivan (Remo)
Renda: R$: 53.310,00
Público pagante: 5.236
Não pagante: 1.000
Total de Público: 6.236
Gols;
1 x 0, Remo, Edinho (cabeça), 26”.
1 x 1, São Francisco, Rodrigão, 46”.

São Francisco: Jader; Ediney (Léo Oliveira), Perema, Aldair e Maurian; Diego Carioca, Boquinha (Rodrigão), Caçula (Sidivan) e Balão Marabá; Ricardinho e Emerson Bala. Técnico: Thiago Amorim.

Remo: Adriano; Thiago Cametá, Diego Barros, Edinho e Aldivan; Juan Sosa, Jhonnatan, Reis e Magnum; Fábio Oliveira (Joãozinho) e Cassiano (Jayme). Técnico: Flávio Lopes.

domingo, 8 de abril de 2012

Campeonato Paraense: São Francisco recebe o Remo neste domingo no Colosso.

Leão Tapajônico espera apoio da torcida azulina para reverter vantagem.
Torcida do Leão Tapajônico prometendo lotar o Colosso e
ajudar o São Francisco a uma vitória.

O São Francisco recebe neste domingo (8), às 18h30 no estádio Colosso do Tapajôs em Santarém e equipe do Clube do Remo. Será novamente o encontro dos Leões. Na semana passada vitória do Remo por 3 x 1 pela última rodada da fase de classificação do returno. Agora será o jogo de Ida da Semifinal, a partida de volta será no próximo domingo, dia 22 de abril. O Remo por ter terminado a fase classificatória em primeiro, jogará por dois resultados iguais para ir à final da Taça Estado do Pará.

A diretoria azulina espera o apoio da torcida para empurrar o time a uma vitória, e se reabilitar contra o xará da capital e reverter à vantagem do Remo. Para este jogo o técnico Thiago Amorim do Leão Tapajônico não terá o jogador Claydir, o lateral direito levou o terceiro cartão amarelo e desfalca o time. Em seu lugar o técnico Thiago colocar Ediney.

O Clube do Remo chegou a Santarém na tarde deste sábado (7). Técnico Flávio Lopes ainda não definiu o Leão da capital. Flávio estuda a possibilidade de voltar com Betinho no meio de campo no posto de Magnum. Outra mudança que pode acontecer é a entrada do zagueiro Juan Sosa como primeiro volante ao lado de Jhonnatan.

Ficha Técnica
São Francisco x Remo, 18h30.
Data: 08/04/2012 - domingo
Local: Estádio Colosso do Tapajós/Santarém
A: Dewson Fernando Freitas da Silva
A1: Heronildo Sebastião Freitas da Silva
A2: Lúcio Ipojucan Ribeiro da Silva Mattos
4ºA: Wasley do Couto*
5ºA. A.: Manuel Jucimar dos Anjos Picanço
Ass. Árb: Olivaldo da Silva Moraes

São Francisco: Jader; Ediney, Perema, Aldair e Maurian; Diego Carioca, Boquinha, Caçula e Balão Marabá; Ricardinho e Emerson Bala. Técnico: Thiago Amorim.

Remo: Adriano; Thiago Cametá, Diego Barros, Edinho e Aldivan; Juan Sosa, Jhonnatan, Reis e Magnum (Betinho); Cassiano e Joãozinho. Técnico: Flávio Lopes.

sábado, 7 de abril de 2012

Campeonato Amazonense: Quarta agressão a árbitros gera discussão sobre impunidade.


Federação Amazonense irá reunir dirigentes dos dez clubes para discutir sobre incidentes agressões contra árbitro.
Após, o quarto caso de agressão a arbitragem no Estadual deste ano, a Federação Amazonense de Futebol (FAF) finalmente irá reunir os dirigentes dos dez clubes da competição na próxima terça-feira (10), às 15h, para discutir sobre os incidentes que têm piorado a já arranhada imagem do futebol do Amazonas a nível nacional.

A confirmação foi feita pelo diretor técnico da FAF, Ivan Guimarães, que já atribui grande parte da culpa aos cartolas dos times da região. “Muitas vezes, eles até participam dos casos violentos e a torcida é muito movida a emoção”, avaliou.

De todos os casos, o único atleta que recebeu punição preventiva foi Derlan, do Iranduba, que agrediu o árbitro João Batista de Brito nessa quarta-feira (4) e ficará afastado por 30 dias até ser julgado. “O caso do Derlan foi o mais grave. Ele foi detido e levado para a delegacia”, lembrou o secretário do Tribunal de Justiça Desportiva do Amazonas, José Roberto Rocha. O julgamento ainda está sem data marcada.

As outras agressões foram ainda no primeiro turno. No clássico entre Fast e Nacional, na quarta rodada daquela fase, o árbitro Djalma Silva de Souza caiu no gramado ao levar um empurrão do goleiro Naylson, do Fast, que sequer foi expulso. A partida já havia terminado quando o incidente ocorreu.

Na vitória do Princesa por 4 a 1 sobre o Operário, dia 2 de fevereiro, o goleiro Stanley, do Sapão, levou cartão vermelho por agredir o árbitro Weden Cardoso Gomes. Na rodada seguinte, o árbitro João Batista Brito sofrera sua primeira agressão no campeonato. Foi uma ‘peitada’ do jogador Julio, também do Operário, imediatamente punido com a expulsão em razão do ato.

De acordo com José Roberto Rocha, os goleiros Stanley e Naylson e o volante Julio serão julgados na próxima quinta-feira (12). Eles tentarão recorrer a uma pena de 180 dias de suspensão que ainda nem começaram a cumprir. O secretário do TJD-AM justificou a demora para os julgamentos com a falta de disponibilidade de auditores.

Impunidade é questionada
O vice-presidente da Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol (Ceaf-AM), Raimundo Nonato, considera os seguidos casos de agressão a arbitragem como reflexo da falta de punições adequadas. “Eles fazem isso e continuam. O goleiro do Fast pegou 180 dias de suspensão e continua jogando. Enquanto os agressores não forem punidos exemplarmente, isso continuará”, avaliou.

Técnico em atividade no Amazonas que mais participou da competição, Aderbal Lana é enfático na hipótese de uma resolução para o problema. “A primeira coisa que tinha que ser feita era mudar o presidente da FAF (Dissica Valério Thomaz), porque está todo mundo de saco cheio dessa inércia. Não sou a favor de um jogador agredir o árbitro, mas temos uma federação que não tem credibilidade. É erro daqui, erro dali, então não tem como não ficar nervoso”, disparou.


Fonte: Diário do Amazonas